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Arch Enemy: público agitado na apresentação no Circo Voador no RJ

ARCH ENEMY

Circo Voador, RJ/RJ (06/02/2015)

 

Texto por Luiz Mallet e fotos por Daniel Croce

 

Em mais uma sexta-feira quente no verão do Rio de Janeiro, o Arch Enemy se prepara para pisar pela primeira vez no estado, e com as mudanças de Alissa White-Gluz (ex-The Agonist) e Jeff Loomis (ex-Nevermore) nas guitarras. Fazendo o show mais especial e inédito. Não houve problemas para os presentes se acomodarem no lugar, já que o show foi num bom horário para um dia de trabalho e já sem o sol sob nossas cabeças.

 

Meia hora depois da abertura dos portões, a banda feminina de heavy metal Melyra abre o show após um convite inusitado e de última hora para o evento. A impressionante vocalista Mariana Figueiredo comanda o quinteto feminil composto por Fe Schenker (guitarra), Nena Accioly (baixo), Ana de Ferreira (bateria) e Bia Escobar (que já foi da banda tempo atrás, porém neste show cobrindo o posto da segunda guitarrista, que saiu um pouco antes deste show). Tocando músicas do seu EP recente, chamado Catch Me If You Can, e também covers, a banda mostrou ao que veio. Músicas como Catch Me If You Can, o cover de Black Sabbath N.I.B. e Trip To Hell empolgaram os presentes, que ainda entravam pelas portas do Circo Voador.

 

O show da banda carioca terminou às 21:00, e durante duas horas, o público esperou pelo Arch Enemy. Eu não sei se foi algum erro da produção ou se isso já estava estipulado, mas sinceramente, segurar um público de quase mil pessoas preso num lugar por duas horas sem nenhum tipo de atrativo direto não foi nada cortês. Finalmente, às 23:00, eis que o Arch Enemy entra em palco. Com uma ótima cenografia e presença afiada do quinteto, o show abre com a clássica Enemy Within, do clássico e melhor disco da banda – na opinião deste que vos fala – Wages Of Sin.

 

Alissa mostra que é uma substituta altera de Angela. Eu sei que opiniões são divididas e duras ao respeito da moça. E realmente, tenho que ser franco, o vocal de Angela tem muito mais pressão do que o da canadense. Mas – queria deixar claro que aqui é a minha opinião – o alcance da alemã não se compara ao de Alissa, que consegue alcançar diferentes timbres, além de cantar limpo muito bem. Uma pena que o Arch Enemy não dispôs desse recurso no seu último CD, War Eternal. Falando nele, a faixa-título foi a segunda a ser tocada, seguida de Stolen Life, também pertencente ao mesmo.

 

A clássica Ravenous é a próxima. Parecia que um setlist recheado de clássicos vinha por aí! E depois da execução da agressiva e bonita No More Regrets, também do War Eternal, vem Taking Back My Soul e My Apocalypse. A nova You Will Know My Name acalma os ânimos da galera e apresenta bonitas projeções do pano de fundo da banda. Ânimo esse que é logo retomado com a execução de Bloodstained Cross e Burning Angel, quase colada uma na outra.

 

A também recente As The Pages Burns mostra a faceta neoclássica retomada com força nesse último álbum da banda. Aliando música clássica a muito peso e pressão, cria rodas nervosas no Circo Voador. O setlist regular é encerrado com nada menos que Dead Eyes See No Future, No Gods, No Masters, e as incríveis Dead Bury Their Dead e We Will Rise. Todas essas sendo cantadas com vigor e animação pelo público presente. Clássico é clássico.

 

O já fadado bis apresenta o interlúdio Snow Bound servindo de introdução para a absoluta Nemesis. Nessa hora o Circo veio abaixo. A animação era total e tudo fervia. A banda sai de cena com o póslúdio Fields Of Desolation em pouco mais de uma hora e meia de show. Ao final da apresentação a chuva caia forte no Rio de Janeiro, como que para realmente lavar a alma dos cariocas que há tanto tempo esperam uma apresentação da banda aqui na cidade. E que o próximo não demore tanto!

 

 
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