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Gameboys transforma trilha sonora de games em rock'n'roll


gbpor Luiz Silva

No palco, uma banda toca temas clássicos dos videogames, enquanto o telão mostra uma imagem do jogo a qual a música faz parte. O conceito não é novo, mas é o segredo do sucesso do Gameboys, uma banda paulistana cujo lema é trazer as músicas dos games para a “vida real”.

Formado em 2007, o grupo tem em seu repertório músicas que vão de Mario até Sonic, de Final Fantasy VII até Donkey Kong Country. Wilson Jr. (tecladista), Ricardo Marques (guitarrista), PH (baixo) e Fernando Lima (baterista) formam a trupe que no SP Game Show de 2010, apresentou-se no mesmo palco do Mega Driver.

E a comparação com o próprio Mega Driver, aliás, que já tem seu nome consolidado na cena nacional, é inevitável e não incomoda o Gameboys. “Sabemos que comparações sempre vão existir, sempre vai ter uma pessoa que vai falar qualquer coisa nos comparando. Mas o estilo é bem diferente do nosso. A proposta deles é uma e a nossa é outra”, diz o baterista Fernando Lima.

O Gameboys é essencialmente composto por músicos 100% dedicados: todos estudaram música, dão aulas e possuem outros projetos além da Gameboys. Eles não trabalham em outras coisas que não tenham a ver com música.

Apesar de executar apenas a parte instrumental dos temas de games, o grupo possui sim um “vocalista”. “É o telão. Ele é nosso ‘vocalista’, passa informações que não podemos passar. É ele quem mais interage com o público”, brinca o tecladista Wilson Jr.

A importância do telão no show do conjunto é notável, porém, ele não mostra vídeos. La aparece apenas uma imagem estática do jogo cuja música o grupo está executando. “É para que as pessoas não tenham as atenções desviadas enquanto tocamos”, defende o baixista PH.

A paixão pelos videogames é tão grande que o grupo nem pensa em tomar outros rumos. “Somos músicos, temos composições próprias, mas acredito que a banda em si não tocaria algo que não lembrasse videogames”, explica Wilson Jr. “Está no cerne da banda, não dá para simplesmente mudar. Essa é a nossa proposta.”

Alguns jogos, no entanto, dificilmente estarão no repertório do Gameboys. “As músicas do Final Fantasy, por exemplo, são orquestradas demais, fogem um pouco do estilo conhecido nos games. Mas poderíamos adaptar ao nosso som, quem sabe?”, diz ele. “Gostamos também das músicas novas, mas tocamos aquelas que mais gostamos e também aquelas que o público mais quer ouvir. Aparentemente, as músicas mais antigas são as que mais fazem sucesso.”

Para finalizar, eles prometem o primeiro disco para breve. “O CD está pronto, só faltam alguns detalhes como o encarte. Mas deve ser lançado em breve”, finaliza ele.


 
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